Fiz algumas pinholes nos últimos dias. Usei uma câmera feita com uma caixa de madeira, a foto dela aparece no flickr.
Ontem a noite comecei algumas experiências com luz artificial. Normalmente fazer uma foto pinhole expondo apenas com a luz de uma lâmpada demora um bocado, então optei por usar um flash compacto pra acelerar o processo. Ao todo disparei o flash 50 vezes pra gerar a imagem abaixo.
A idéia era usar uma forma simples para tentar gerar a melhor foto pinhole possível. O processo acabou me lembrando das aulas de desenho que fiz no meu curso de artes plásticas.
Não entendo muito de pinhole, logo nao sei se ficou grande coisa, mas eu gostei.

Ganhei estes químicos da fotógrafa Cristine Rochol.
Na verdade o pacote foi bem maior que isso. Muitas garrafas de fixador, Revelador hc-110, tinta pra retocar cópias e uma garrafa de ácido acético glacial.
Embora tudo esteja vencido acho que isso não vai ser um grande problema. Lendo pela web já descobri que o hc-110 tem uma longa vida, mesmo quando mal estocado. Logo estou botando fé e preparando uns testes pra me certificar.
Se revelador e fixador funcionarem bem terei químicos para continuar revelando por um bom tempo.
Valeu Cristine!

e a eterna busca pela perfeição. Há muito o que aprender. Eu estava engatinhando em se tratando de P&B analógica. Agora me sinto novamente na estaca zero quando o assunto é digital.
Faço algumas experiências sempre que possivel pra tentar aprender alguma coisa. Essa foi é a mais recente. Normalmente a coisa acontece inconscientemente. Mas acabei percebendo isso e resolvi postar a foto.
Galho de árvore e pedras na beira do lago Guaíba. Bairro Ipanema, Porto Alegre.

Não sei por que essa mania de fotografar cerveja. Acho que deve ser influência do Eduardo Aigner. :)
