Adicionei uma seção nova no site. Agora pelo menu dá para acessar os slideshows / páginas de 4 ensaios fotográficos que eu fiz. Por hora, coloquei os quatro mais legais.
Exercício para mim mesmo. Começar pelo começo. Fazer uma coisa sintética. De quebra lembrei daquela crônica do LFV, o 0v0.

Essa foto foi feita em RAW utilizando uma câmera compacta Canon A620.
Embora essa point-and-shoot fantástica não venha com essa opção de fábrica, existe uma atualização de firmware feito por terceiros que, entre outras coisas, habilita esse recurso.
Para conferir essa ferramenta o link é o seguinte. Quem usar MAC e Linux vai ter mais facilidade pra fazer a atualização do que usuários de Windows.
http://chdk.wikia.com/wiki/CHDK
De cara já achei vantajoso pois posso ajustar o balanço de brancos depois de ter feito a foto. Além disso as fotos saem com 10bits e não com os 8 bits do JPG. Um ganho de informação pequeno, talvez, mas que pode ser muito importante.

Começou ontem o festival de fotografia de Porto Alegre.
Esta é a terceira edição do festival e este ano o tema está muito ligado a produção de fotografia documental. Ainda assim o festival não se limita a apenas esse tema e há palestras e oficinas sobre os mais diversos assuntos.
Além disso o coletivo BP, do qual faço parte, está participando das projeções que acontecem no centro cultural Érico Verissimo, na sala de cinema PF Gastal e na FNAC do barrashopping. Para mais informações sugiro um pulo no site do festival: www.festfotopoa.com.br/
ARQTEXTO é uma Revista semestral editada pela Faculdade de Arquitetura da UFRGS. A edição comemorativa de 100 anos do arquiteto Oscar Niemeyer saiu com uma foto minha: essa dos fundos do edificio COPAN.
Fotografia que eu gosto bastante, diga-se de passagem.
Dois clássicos de Asunción: Refrigerante Pulp e o Lido Bar.
Como disse outro dia para um amigo no flickr, o refrigerante vale mais por ser pitoresco, mas o Lido Bar merece uma visita. O lugar é super despretensioso. Uma lancheria apenas, mas tem ótima comida (a coxinha de galinha é espetacular) e a tal falta de pretensão faz com que seja mais bacana, afinal é autêntico. Enfim, não tem cara destes lugares pasteurizados que desejam ter um ar de antigo. O Lido bar realmente remete aos anos 50, pois deve ter mudado pouco desde então, começando pelo uniforme das garçonetes.

Essa locomotiva e mais alguns vagões estão em um terreno perto de centro de Asunción. Quase em frente ao antigo terminal de trens.
O lugar serve também de depósito para material do pessoal responsável pela limpeza das ruas. Há um evidente ar de abandono, embora em outros pontos da cidade existam outros trens antigos expostos e melhor conservados.
Bom, a situação é lamentável. Perdi boa parte de um pequeno carregamento de filmes & papel que me foi enviado de NY no começo do ano.
O motivo é banal e perfeitamente conhecido. Os scanners de raios-x instalados nos aeroportos arruinam os filmes.
Já tinha lido um bocado sobre o assunto, mas mesmo tendo viajando com filmes em outras oportunidades, nunca havia constatado qualquer problema. Logo relaxei e por fim isso se revelou um grande erro.
Embora a besteira já esteja feita e ficar chorando não vá trazer qualquer solução, fico ciclicamente me culpando, pensando em maneiras de recuperar o que for possível. Aos poucos o sentimento de imbecilidade vai diminuindo e começo a me acostumar com a idéia. Logo vou deixar o assunto de lado e guardar o material em algum lugar. Nalgum canto ou armário. Deixarei por lá. Até esquecer completamente.
Para os desavisados aproveito para deixar o link pro site da kodak. É muito importante que as dicas ali sejam seguidas.
http://www.kodak.com/global/en/service/tib/tib5201.shtml
Lendo o texto do link posso perceber que o risco a se correr pode ter vários níveis: o menor de todos é quando leva-se o filme na mão e consegue-se que a revista na hora do embarque seja feita manualmente. O risco médio acontece quando passamos nossos filmes pelo scanner de bagagem de mão. O risco maior quando despacha-se os filmes juntamente com a bagagem no check-in. Por fim, tudo isso fica pior quando isso acontece dentro dos EUA.
Foi justamente neste último nível que eu caí e o material veio dos EUA. :(
Espero que a minha experiência negativa sirva de exemplo e ninguém mais corra riscos ou acabe como eu: tentando esquecer as coisas.
Para os poucos que não o conhecem, Arnold Newman foi um grande fotógrafo especializado em fotografar pessoas. Fez muitas outras coisas: Still life, por exemplo. Mas foi com seus retratos que Newman brilhou.
Não vou postar nenhuma foto dele aqui, prefiro deixar o link http://pdngallery.com/legends/newman/ para que os interessados procurem informações por conta própria.
Enfim, queria deixar aqui um link para uma entrevista com ele:
Visions and Images: Arnold Newman
Imitação barata de algumas raizes que vi em um livro do Edward Weston. Por sinal este livro, da coleção Icons Editora Taschen, é o máximo. Digo isso principalmente porque a impressão é ótima e o formato perfeito para ser manuseado.
Sobre formato de livros de fotografia dá pra dizer que a grande maioria é dificil de folhear, dificil de olhar, por causa do tamanho. No fim das contas eu acabo olhando muito mais os livros pequenos. Saem beneficiados dessa história o Weston e o Atget, que também tem um excelente livro nesta coleção da Taschen chamado Atget`s Paris. Recomendo.
Que vontade de fotografar! De produzir algo.
Infelzmente neste momento não dá. Estou preso no trabalho por mais umas 2 ou três horas.
Chegando em casa vou fazer alguma coisa. Incusive aí vai uma lista de coisas que tenho pra fazer:
- Revelar e digitalizar um filme 120 p&b
- Rebobinar um rolo de Tri-X
- Instalar PS CS3 no meu micro novo
- Editar as fotos com o pessoal da Lautmusik
- Postar algo novo por aqui
Bom. E certo que não vou conseguir fazer tudo isso hoje de noite. mas vamos ver o que dá.
Editarei este post de vez em quando e vou aliminando aos poucos o que já fiz usando texto marcado.
*Sei que o post não tem muito a ver com a proposta do blog. Mas de certa forma em um bloco de notas podemos colocar o que quisermos. Assim sendo, aí vai.
Que tal agradar a molecada com um fantástico kaleidoscópio feito com as próprias mãos? Curtiu? Então clique na foto pra ver o passo-a-passo:
Acho a idéia interessante. Fotos de ações sendo executadas pelo fotógrafo. Em uma série deste tipo, na minha opinião, seria interessante que a ação fosse mais importante que o ato de fotografar. Não sei se me faço entender, mas isso me ocorreu agora. Então deixo registrado aqui no blog para futura referência. Tenho outra foto com idéia semelhante em que eu estou chamando um vendedor de praia.
Enfim, a idéia está lançada.
Foto foi feita com uma nikon fm2 com lente nikkor 20mm.
O blog Baita Profissional, blog coletivo que conta com a participação de um super time de fotografos aqui de Porto Alegre, está com endereço novo.
Não foi só o endereço que mudou. O Layout é baseado no mesmo usado por aqui, no bloco de notas. Logo não é para menos que o visual dos dois blogs seja parecido. O conteudo, por outro lado é totalmente diverso.
Confira clicando na imagem.
Durante setembro um dos maiores parques de Porto Alegre é tomado pelo Acampamento Farroupilha. Esse evento já acontece há alguns anos e faz parte de outro evento maior, a Semana Farroupilha. Não vou me estender muito no texto, pois os links nas linhas acima tem mais detalhes sobre o assunto.
O que importa é dizer que durante a semana farroupilha, ao entrar no parque acabamos sendo remetidos para um outro lugar. Fisicamente estamos na zona central de Porto Alegre, mas a sensação é de estar muito longe. No interior do estado.
Não é para menos. Todos os anos, ainda no mês de agosto, centenas de casas rústicas são erguidas, as pessoas mudam para o parque, trazem a família, animais, máquinas e apetrechos antigos. É como se o parque virasse um conjunto de mini estâncias.
Mesmo eu que não sou nem um pouco ligado em tradicionalismo, acabei visitando o parque e gostei de uma porção de coisas. Destaque para o lado musical da coisa. A cada Piquete (o nome dado a cada uma das casas que lá são montadas) uma música gauchesca diferente pode ser ouvida. Há muitos shows, casais bailando e gente que vem de todo o estado pra tomar parte na festa.
Esse gaiteiro, cujo nome eu não sei, veio provavelmente da região missioneira e deu uma palhinha lá no piquete onde eu estava ontem à noite.







