É sempre tão prazeroso fotografar e revelar filmes. Cliché, Porta antiga. Cavalete da prefeitura. Antigo bairro de Shanghai. Agosto de 2010.
Gostei mesmo dessa foto. Duro foi constatar que a câmera que eu usei estava com ajustes para capturar em jpg 1600×1200. Era emprestada, ok. Mas quem mandou não prestar mais atenção nos detalhes? É. Digital tem desses problemas sutis.
Fiz essa foto usando uma câmera construída artesanalmente pelos fotógrafos Sérgio Sakakibara (mais conhecido como Japa) e Amilcar Pinto. Não se trata de uma câmera pinhole, mas de uma câmera que usa uma lente de projetor.
A câmera em questão é objeto de curiosidade para os passantes, devido ao seu tamanho, mas garante uma boa diversão para os que resolvem fotografar com ela.
No meu caso, errei na maioria das tentativas, mas por fim gostei muito dessa foto. Um misto de intencionalidade na composição da cena e total acaso nas questões técnicas como tempo de exposição.
Há um site criado pelos pais da câmera gigante que dá muitas informações sobre como construir um brinquedo semelhante, além de mostrar muito mais fotos feitas com ela. Para acessar, o endereço é http://www.foto.art.br/artesanal/

Céus Artificiais abriu na última quinta-feira. Tive o privilégio de fotografar as obras antes e durante a abertura a pedido do amigo Túlio Pinto, que assina a instalação apresentada junto das fotos do artista, e meu amigo também, Diego Amaral.
Vou dizer uma coisa e não é motivado pela amizade. Ambos são artistas promissores. Destaco principalmente o Diego: curto muito o trabalho desse guri. A exemplo das fotos que estão na exposição, tem feito trabalhos em que intervém em fotografias.

O Túlio, já mais velho e conhecido dispensa apresentações. A instalação dele é, como poderia dizer… hipnotizante. Difícil descrever. Melhor mostrar a foto:

A exposição permanece aberta de terças a domingos das 9 às 21hs até o dia 04 de abril na galeria Lunara, Usina do Gazômetro.

Mais informações no site do Paulo Backes.
Se bem que esse boteco era fake. Cliquei essa durante um evento que com decoração usando objetos de boteco.

Fotografar eventos não é das coisas mais emocionantes deste mundo.
Entretanto, quando uma foto sai boa tudo parece ficar apagado e o que prevalece é o quanto fico feliz quando vejo no LCD ou no computador uma boa imagem.
Infelizmente usando flash não consigo prever muito bem quão boa uma foto vai ficar. Mas aos poucos vou aprendendo.
Estou falando isso pois foi uma grata surpresa ter feito essa foto no evento que cobri hoje. Leonardo, o vidente, e uma cliente que não sei o nome.
Ah! Não tem quase nada de Photoshop. So uma leve saturação nos azuis e amarelos pra ressaltar as roupas dos dois. No mais foi só acertar os pretos e as altas luzes.












