Gostei mesmo dessa foto. Duro foi constatar que a câmera que eu usei estava com ajustes para capturar em jpg 1600×1200. Era emprestada, ok. Mas quem mandou não prestar mais atenção nos detalhes? É. Digital tem desses problemas sutis.
Fiz essa foto usando uma câmera construída artesanalmente pelos fotógrafos Sérgio Sakakibara (mais conhecido como Japa) e Amilcar Pinto. Não se trata de uma câmera pinhole, mas de uma câmera que usa uma lente de projetor.
A câmera em questão é objeto de curiosidade para os passantes, devido ao seu tamanho, mas garante uma boa diversão para os que resolvem fotografar com ela.
No meu caso, errei na maioria das tentativas, mas por fim gostei muito dessa foto. Um misto de intencionalidade na composição da cena e total acaso nas questões técnicas como tempo de exposição.
Há um site criado pelos pais da câmera gigante que dá muitas informações sobre como construir um brinquedo semelhante, além de mostrar muito mais fotos feitas com ela. Para acessar, o endereço é http://www.foto.art.br/artesanal/

Céus Artificiais abriu na última quinta-feira. Tive o privilégio de fotografar as obras antes e durante a abertura a pedido do amigo Túlio Pinto, que assina a instalação apresentada junto das fotos do artista, e meu amigo também, Diego Amaral.
Vou dizer uma coisa e não é motivado pela amizade. Ambos são artistas promissores. Destaco principalmente o Diego: curto muito o trabalho desse guri. A exemplo das fotos que estão na exposição, tem feito trabalhos em que intervém em fotografias.

O Túlio, já mais velho e conhecido dispensa apresentações. A instalação dele é, como poderia dizer… hipnotizante. Difícil descrever. Melhor mostrar a foto:

A exposição permanece aberta de terças a domingos das 9 às 21hs até o dia 04 de abril na galeria Lunara, Usina do Gazômetro.
Exercício para mim mesmo. Começar pelo começo. Fazer uma coisa sintética. De quebra lembrei daquela crônica do LFV, o 0v0.


Mais informações no site do Paulo Backes.












